PF prende suspeito de fornecer bloqueador de sinal para grupo que planejava roubo de aeronave
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (9), uma operação para desarticular a participação de um suspeito no apoio a um grupo criminoso investigado por roubo de aeronaves utilizadas no transporte de drogas em Mato Grosso.
Batizada de Operação Jammer, a ação foi realizada em Alta Floresta e contou com o cumprimento de um mandado de prisão preventiva e outro de busca e apreensão. As ordens judiciais foram expedidas pela 2ª Vara da Subseção Judiciária de Sinop.
De acordo com a investigação, o alvo teria fornecido ao grupo um equipamento conhecido como jammer, utilizado para bloquear sinais de comunicação e localização. O dispositivo teria sido destinado a auxiliar no planejamento de um roubo de aeronave que seria posteriormente empregada em atividades relacionadas ao tráfico de drogas.
A apuração da PF busca esclarecer a extensão da participação do investigado e identificar outros integrantes envolvidos na preparação da ação criminosa.
A Polícia Federal aponta que o fornecimento do bloqueador teria sido uma forma de suporte operacional ao grupo especializado nesse tipo de crime.
O suspeito poderá responder por exploração ilegal de sinal de telecomunicações e associação ao tráfico de drogas.
As investigações continuam para reunir novas provas e verificar a participação de outras pessoas na organização criminosa.
Fonte: Esporte e Notícias
Batizada de Operação Jammer, a ação foi realizada em Alta Floresta e contou com o cumprimento de um mandado de prisão preventiva e outro de busca e apreensão. As ordens judiciais foram expedidas pela 2ª Vara da Subseção Judiciária de Sinop.
De acordo com a investigação, o alvo teria fornecido ao grupo um equipamento conhecido como jammer, utilizado para bloquear sinais de comunicação e localização. O dispositivo teria sido destinado a auxiliar no planejamento de um roubo de aeronave que seria posteriormente empregada em atividades relacionadas ao tráfico de drogas.
A apuração da PF busca esclarecer a extensão da participação do investigado e identificar outros integrantes envolvidos na preparação da ação criminosa.
A Polícia Federal aponta que o fornecimento do bloqueador teria sido uma forma de suporte operacional ao grupo especializado nesse tipo de crime.
O suspeito poderá responder por exploração ilegal de sinal de telecomunicações e associação ao tráfico de drogas.
As investigações continuam para reunir novas provas e verificar a participação de outras pessoas na organização criminosa.
Fonte: Esporte e Notícias


