Empresário do RS é identificado entre mortos em queda de avião no interior de Água Boa
Vanderlei era sócio de empresa de assessoria aeronáutica; avião é investigado por ligação com tráfico
A Politec (Perícia Oficial de Identificação Técnica) identificou como Vanderlei Sattler, de 65 anos, uma das três vítimas do acidente aéreo ocorrido no dia 10 de setembro, em Água Boa (a 730 quilômetros de Cuiabá).
A identificação, segundo a Politec, foi feita por meio de papiloscopia, técnica usada para identificar uma pessoa por meio das impressões digitais.
Vanderlei era natural de Montenegro (RS) e atuava como sócio-administrador de uma empresa especializada em assessoria aeronáutica. Ele seria o proprietário da aeronave que sofreu o acidente.
As outras duas vítimas, dois paraguaios, ainda não foram oficialmente identificadas. Os trabalhos de identificação continuam em andamento.
O acidente é investigado pela Polícia Civil, que apura a possibilidade de a aeronave ter sido utilizada em uma operação clandestina ligada ao tráfico internacional de drogas. O avião, um Cessna 402, havia saído de Goiânia (GO) e tinha como provável destino a Venezuela.
Segundo o delegado Carlos Alberto Silva, a hipótese de que o grupo seguiria para o país vizinho foi reforçada por familiares de um dos ocupantes. A Polícia Civil também reconstitui parte do itinerário e analisou imagens de câmeras de segurança que registraram o embarque das vítimas.
“A aeronave decolou da cidade de Goiânia sem qualquer autorização de voo, sem documentação regular e sem um plano de voo devidamente aprovado”, afirmou o delegado.
O mesmo avião foi apreendido pela Polícia Federal em 2017, em Goiânia, com 67 quilos de cocaína. Há cerca de quatro meses, a aeronave foi vendida em um leilão público realizado pela Justiça.
De acordo com Carlos Alberto, o novo proprietário foi informado de que o avião não estava habilitado para voos no Brasil, não havia sido nacionalizado, não possuía matrícula brasileira nem certificado de aeronavegabilidade.
As circunstâncias da aquisição também são investigadas. Conforme o delegado, a aeronave foi comprada por um valor expressivo e a situação financeira de Vanderlei seria incompatível com a aquisição. Parte do pagamento teria sido feita em dinheiro e complementada pela entrega de um veículo de alto valor.
Ainda segundo a Polícia Civil, o automóvel já esteve registrado em nome de uma pessoa que foi investigada por tráfico internacional de drogas.
Um dos ocupantes também tinha problemas com a Justiça do Paraguai e restrição para deixar o país.
Para o delegado, a forma como a aeronave foi retirada de Goiânia, sem autorização e documentação válida, reforça a suspeita de que o voo estava ligado a uma operação clandestina.
A identificação, segundo a Politec, foi feita por meio de papiloscopia, técnica usada para identificar uma pessoa por meio das impressões digitais.
Vanderlei era natural de Montenegro (RS) e atuava como sócio-administrador de uma empresa especializada em assessoria aeronáutica. Ele seria o proprietário da aeronave que sofreu o acidente.
As outras duas vítimas, dois paraguaios, ainda não foram oficialmente identificadas. Os trabalhos de identificação continuam em andamento.
O acidente é investigado pela Polícia Civil, que apura a possibilidade de a aeronave ter sido utilizada em uma operação clandestina ligada ao tráfico internacional de drogas. O avião, um Cessna 402, havia saído de Goiânia (GO) e tinha como provável destino a Venezuela.
Segundo o delegado Carlos Alberto Silva, a hipótese de que o grupo seguiria para o país vizinho foi reforçada por familiares de um dos ocupantes. A Polícia Civil também reconstitui parte do itinerário e analisou imagens de câmeras de segurança que registraram o embarque das vítimas.
“A aeronave decolou da cidade de Goiânia sem qualquer autorização de voo, sem documentação regular e sem um plano de voo devidamente aprovado”, afirmou o delegado.
O mesmo avião foi apreendido pela Polícia Federal em 2017, em Goiânia, com 67 quilos de cocaína. Há cerca de quatro meses, a aeronave foi vendida em um leilão público realizado pela Justiça.
De acordo com Carlos Alberto, o novo proprietário foi informado de que o avião não estava habilitado para voos no Brasil, não havia sido nacionalizado, não possuía matrícula brasileira nem certificado de aeronavegabilidade.
As circunstâncias da aquisição também são investigadas. Conforme o delegado, a aeronave foi comprada por um valor expressivo e a situação financeira de Vanderlei seria incompatível com a aquisição. Parte do pagamento teria sido feita em dinheiro e complementada pela entrega de um veículo de alto valor.
Ainda segundo a Polícia Civil, o automóvel já esteve registrado em nome de uma pessoa que foi investigada por tráfico internacional de drogas.
Um dos ocupantes também tinha problemas com a Justiça do Paraguai e restrição para deixar o país.
Para o delegado, a forma como a aeronave foi retirada de Goiânia, sem autorização e documentação válida, reforça a suspeita de que o voo estava ligado a uma operação clandestina.


