Missionária mantinha relacionamento com dois integrantes do CV, aponta investigação
Que Deus abençoe Mato Grosso
A investigação da Operação Fariseus aponta que Rhavenna Barcelos de Almeida, presa por suspeita de envolvimento com o Comando Vermelho (CV), mantinha relacionamentos amorosos com dois integrantes de destaque da facção criminosa em Mato Grosso. Além do foragido Jonas Souza Gonçalves Júnior, conhecido como “Batman”, ela teria se relacionado com Renildo Silva Rios, apontado como um dos fundadores do CV no estado e que está preso na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá.
Segundo o inquérito, Rhavenna mantinha contato frequente com Batman e sabia onde o criminoso estava escondido após ele romper a tornozeleira eletrônica e fugir para o Rio de Janeiro.
A investigação aponta que ela viajava com frequência ao Rio de Janeiro para encontrá-lo e participava de momentos de lazer que teriam sido financiados por integrantes da facção.
Além de Batman, Rhavenna também teria mantido um relacionamento com Renildo. O fundador do CV está preso há mais de duas décadas na PCE por crimes como homicídio, tráfico de drogas e organização criminosa. Mesmo encarcerado, segundo o inquérito, ele teria mantido contato com Rhavenna e enviado presentes para ela.
Entre os presentes mencionados na investigação estão joias e um veículo. Conversas obtidas pelos investigadores indicariam ainda que Rhavenna tinha conhecimento da posição de destaque ocupada por Renildo dentro da estrutura da facção.
Os dois relacionamentos passaram a integrar o conjunto de elementos reunidos pela Polícia Civil para investigar a suposta ligação de Rhavenna com o Comando Vermelho.
Ela foi indiciada por organização criminosa e lavagem de dinheiro. Posteriormente, o Ministério Público de Mato Grosso denunciou Rhavenna pelos mesmos crimes.
A Operação Fariseus também teve como alvos os pais da investigada, os pastores Orminda de Almeida e Nivaldo de Almeida. Ambos foram indiciados por organização criminosa e lavagem de dinheiro. Nivaldo morreu na semana passada em decorrência de um câncer.
Fonte: Estadão MT
Segundo o inquérito, Rhavenna mantinha contato frequente com Batman e sabia onde o criminoso estava escondido após ele romper a tornozeleira eletrônica e fugir para o Rio de Janeiro.
A investigação aponta que ela viajava com frequência ao Rio de Janeiro para encontrá-lo e participava de momentos de lazer que teriam sido financiados por integrantes da facção.
Além de Batman, Rhavenna também teria mantido um relacionamento com Renildo. O fundador do CV está preso há mais de duas décadas na PCE por crimes como homicídio, tráfico de drogas e organização criminosa. Mesmo encarcerado, segundo o inquérito, ele teria mantido contato com Rhavenna e enviado presentes para ela.
Entre os presentes mencionados na investigação estão joias e um veículo. Conversas obtidas pelos investigadores indicariam ainda que Rhavenna tinha conhecimento da posição de destaque ocupada por Renildo dentro da estrutura da facção.
Os dois relacionamentos passaram a integrar o conjunto de elementos reunidos pela Polícia Civil para investigar a suposta ligação de Rhavenna com o Comando Vermelho.
Ela foi indiciada por organização criminosa e lavagem de dinheiro. Posteriormente, o Ministério Público de Mato Grosso denunciou Rhavenna pelos mesmos crimes.
A Operação Fariseus também teve como alvos os pais da investigada, os pastores Orminda de Almeida e Nivaldo de Almeida. Ambos foram indiciados por organização criminosa e lavagem de dinheiro. Nivaldo morreu na semana passada em decorrência de um câncer.
Fonte: Estadão MT


