Barra do Garças busca quebrar tabu de duas décadas sem representante na ALMT
Depois de quase 20 anos, Barra do Garças volta a reunir um cenário político capaz de buscar uma cadeira na AL
Redação
Desde a eleição de Adalto de Freitas, o Daltinho, em 2006, a cidade não elege diretamente um deputado estadual com base política principal no município. Naquele ano, Daltinho obteve 26.133 votos e conquistou uma cadeira na Assembleia.
Agora, a história pode ganhar um novo capítulo.
Quatro nomes ligados a Barra do Garças estão colocados na disputa pela Assembleia:
Adelcino Lopo (Podemos);
Cleuzijan Souza (PL);
Moacir Couto (PSDB);
Zé Gota (MDB).
E há um detalhe que chama atenção: a discussão deixou de ser apenas sobre quem está concorrendo. Passou a ser sobre a possibilidade concreta de a cidade voltar a ocupar uma cadeira própria no Legislativo estadual.
Nos últimos anos, a pulverização das candidaturas acabou espalhando o eleitorado local. O resultado foi conhecido: Barra do Garças continuou tendo influência política, mas sem um deputado estadual eleito diretamente pela cidade.
Desta vez, a disputa chega acompanhada de uma pergunta inevitável nos bastidores: será possível transformar a força eleitoral de Barra do Garças em representação efetiva na Assembleia pelos próximos quatro anos?
A região já tem exemplos próximos. Água Boa conseguiu construir presença própria no Legislativo estadual, mostrando que municípios do interior podem ampliar sua representação quando conseguem reunir votos em torno de candidaturas locais.
Barra do Garças tem peso regional, eleitorado e uma longa tradição política. O que faltou, em diferentes eleições, foi transformar esse patrimônio eleitoral em uma cadeira.
Depois de duas décadas assistindo ao debate da Assembleia Legislativa de Mato Grosso da arquibancada, Barra do Garças decidiu entrar em campo.
Agora, como manda a velha regra da política, a matemática ficará por conta das urnas.
Desde a eleição de Adalto de Freitas, o Daltinho, em 2006, a cidade não elege diretamente um deputado estadual com base política principal no município. Naquele ano, Daltinho obteve 26.133 votos e conquistou uma cadeira na Assembleia.
Agora, a história pode ganhar um novo capítulo.
Quatro nomes ligados a Barra do Garças estão colocados na disputa pela Assembleia:
Adelcino Lopo (Podemos);
Cleuzijan Souza (PL);
Moacir Couto (PSDB);
Zé Gota (MDB).
E há um detalhe que chama atenção: a discussão deixou de ser apenas sobre quem está concorrendo. Passou a ser sobre a possibilidade concreta de a cidade voltar a ocupar uma cadeira própria no Legislativo estadual.
Nos últimos anos, a pulverização das candidaturas acabou espalhando o eleitorado local. O resultado foi conhecido: Barra do Garças continuou tendo influência política, mas sem um deputado estadual eleito diretamente pela cidade.
Desta vez, a disputa chega acompanhada de uma pergunta inevitável nos bastidores: será possível transformar a força eleitoral de Barra do Garças em representação efetiva na Assembleia pelos próximos quatro anos?
A região já tem exemplos próximos. Água Boa conseguiu construir presença própria no Legislativo estadual, mostrando que municípios do interior podem ampliar sua representação quando conseguem reunir votos em torno de candidaturas locais.
Barra do Garças tem peso regional, eleitorado e uma longa tradição política. O que faltou, em diferentes eleições, foi transformar esse patrimônio eleitoral em uma cadeira.
Depois de duas décadas assistindo ao debate da Assembleia Legislativa de Mato Grosso da arquibancada, Barra do Garças decidiu entrar em campo.
Agora, como manda a velha regra da política, a matemática ficará por conta das urnas.


