Super El Niño vai provocar ondas de calor e aumentar risco de incêndios em MT
A combinação dessas ocorrências também pode afetar a produção de alimentos e provocar impactos econômicos.
Um Super El Niño está em formação e pode provocar mudanças importantes no clima do Brasil nos próximos meses.
As projeções indicam alta probabilidade de um evento muito forte, com possibilidade de temperaturas acima da média em grande parte do país.
O fenômeno ocorre quando os ventos alísios enfraquecem e permitem que águas mais quentes do Oceano Pacífico se desloquem para o leste. Essa alteração interfere na circulação atmosférica e pode provocar efeitos em regiões distantes do oceano.
No Brasil, a previsão aponta para períodos de calor acima da média. Em Mato Grosso, a combinação entre temperaturas elevadas e condições mais secas pode aumentar o risco de incêndios. A ocorrência de queimadas, porém, depende principalmente da ação humana.
O pico do fenômeno é esperado para outubro, mas seus efeitos devem continuar depois desse período.
O fenômeno preocupa porque ocorre em um planeta que já registra aquecimento provocado pelas mudanças climáticas. Para os pesquisadores, isso também dificulta a utilização de padrões climáticos antigos como referência para prever os impactos atuais.
Cientistas utilizam boias no Oceano Pacífico, dados de satélite e modelos meteorológicos para acompanhar a evolução do El Niño.
No Brasil, o Inpe ampliou a capacidade do supercomputador utilizado nas previsões meteorológicas. A intenção é melhorar o acompanhamento das condições climáticas e antecipar possíveis eventos extremos.
Os efeitos do fenômeno já são observados em outras partes do mundo, com registros de seca, incêndios, enchentes e outros eventos extremos. A combinação dessas ocorrências também pode afetar a produção de alimentos e provocar impactos econômicos.
As projeções indicam alta probabilidade de um evento muito forte, com possibilidade de temperaturas acima da média em grande parte do país.
O fenômeno ocorre quando os ventos alísios enfraquecem e permitem que águas mais quentes do Oceano Pacífico se desloquem para o leste. Essa alteração interfere na circulação atmosférica e pode provocar efeitos em regiões distantes do oceano.
No Brasil, a previsão aponta para períodos de calor acima da média. Em Mato Grosso, a combinação entre temperaturas elevadas e condições mais secas pode aumentar o risco de incêndios. A ocorrência de queimadas, porém, depende principalmente da ação humana.
O pico do fenômeno é esperado para outubro, mas seus efeitos devem continuar depois desse período.
O fenômeno preocupa porque ocorre em um planeta que já registra aquecimento provocado pelas mudanças climáticas. Para os pesquisadores, isso também dificulta a utilização de padrões climáticos antigos como referência para prever os impactos atuais.
Cientistas utilizam boias no Oceano Pacífico, dados de satélite e modelos meteorológicos para acompanhar a evolução do El Niño.
No Brasil, o Inpe ampliou a capacidade do supercomputador utilizado nas previsões meteorológicas. A intenção é melhorar o acompanhamento das condições climáticas e antecipar possíveis eventos extremos.
Os efeitos do fenômeno já são observados em outras partes do mundo, com registros de seca, incêndios, enchentes e outros eventos extremos. A combinação dessas ocorrências também pode afetar a produção de alimentos e provocar impactos econômicos.

